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Amazonas é 2º exportador de sucatas do Brasil, atrás de São Paulo

Venda de sucatas de ferro, alumínio e cobre ao exterior, totalizou US$ 12,8 milhões no primeiro semestre

MANAUS - O Amazonas foi o segundo Estado que mais exportou resíduos metálicos no período de janeiro a junho deste ano, atrás somente de São Paulo. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a comercialização de sucatas de ferro, alumínio e cobre ao exterior, totalizou US$ 12,8 milhões no primeiro semestre deste ano, destinadas principalmente aos Estados Unidos, China e Índia. O volume negociado representou um aumento de 578% em relação ao primeiro semestre de 2013.

Segundo a assessoria de comunicação do Mdic, no primeiro semestre de 2014 o Amazonas exportou um volume expressivo de resíduos metálicos em comparação ao mesmo período de 2013, quando o registro das exportações alcançou o índice de pouco mais de US$1,9 milhão. Em 2013 o Estado exportou mais de US$8,4 milhões de resíduos, o que corresponde a menos de 0,1% do total das exportações amazonenses naquele período.

O relatório do ministério engloba os seguintes materiais, todos resíduos: ferro fundido; aço inoxidável; ligas de aço; aço estanhado; desperdício do torno, fresa, aparas, lascas, limalhas, entre outros; aço em lingotes; cobre; alumínio.

O Mdic informou que atua no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), grupo de trabalho que tem o objetivo de estabelecer incentivos financeiros, econômicos, tributários para a cadeia da reciclagem e que visa o desenvolvimento da cadeia de exportação no país. O ministério também coordenou um grupo técnico temático voltado ao estabelecimento de parâmetros para a implementação da logística reversa de eletroeletrônicos.

A empresa Empório de Metais é uma das exportadoras amazonenses que atua no tratamento dos materiais metálicos descartados, que envolve alumínio, cobre e metal. A diretora comercial da Empório, Erika Pimentel, afirma que a empresa exporta mensalmente cerca de 200 toneladas de metal para os Estados Unidos, China e Índia. O processo industrial consiste na separação do material por tipo de produto, limpeza, reciclagem, prensa, embalagem e ao final a exportação. “Ao chegar em cada destino os fabricantes refazem a matéria-prima conforme o seu produto final”, explica.

De acordo com a diretora, a indústria absorve resíduos descartados por associações e por empresas do Distrito Industrial. Atualmente a Empório conta com cerca de 100 clientes. Erika informa que o quilo do metal varia entre R$ 2,20 e R$ 2,40. “É um trabalho que gera emprego e renda à população, além de beneficiar o meio ambiente com a limpeza e meios sustentáveis”, comentou.

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NOTA DA COIAB SOBRE SAÚDE INDÍGENA

 

A coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, COIAB, tendo tomado conhecimento da proposta do governo de criar o Instituto Nacional de Saúde Indígena, vem a público manifestar sua insatisfação diante desta iniciativa governamental que nada tem haver com todo esforço do movimento indígena dos últimos anos em discutir um sub sistema distrital de atenção a saúde indígena com autonomia administrativa e financeira. Para viabilizar este modelo, pensado para valorizar as formas próprias de medicina e o controle social exercido pelas comunidades indígenas e suas organizações e garantir uma atenção a saúde de qualidade, após muita luta, finalmente foi criada a Secretaria de Saúde Indígena, SESAI. Inexplicavelmente, em 04 anos de existência a SESAI não deu nenhum passo no sentido consolidar o subsistema de atenção a saúde indígena, desconsiderando por completo as reivindicações do movimento indígena de realização de um concurso público específico e da regulamentação das categorias profissionais indígenas como a do Agente Indígena de Saúde, AIS e do Agente Indígena de Saneamento, AISAN. Usando o caos que se instalou na saúde indígena o governo de forma autoritária, encobrindo sua falta de vontade política e incompetência administrativa, tenta impor a privatização da saúde indígena. Sua estratégia é de forma rápida conseguir a adesão dos conselheiros indígenas, antes que estes tenham acesso a informações amplas a respeito do que significa esta nova política. O fato desta proposta não ter sido ventilada em nenhum momento nas etapas da V Conferência Nacional de Saúde Indígena concluída em novembro do ano passado mostra que o governo tenta evitar de todas as formas que os povos indígenas manifestem a sua vontade de forma livre e informada como prevê a Convenção 169 da OIT.

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Manifesto contra a proposta de formação do Instituto Nacional de Saúde Indígena

última atualização em Qua, 27 de Agosto de 2014 12:31 Leia mais...
 

Doenças específicas da Amazônia serão discutidas durante Congresso, no Acre

Congresso de Medicina Tropical começa no dia 26 de agosto. Pesquisadores e cientistas participam do evento

RIO BRANCO – O Congresso da Sociedade Brasileira da Medicina Tropical (Medtrop) é realizado há cinco décadas com o objetivo de discutir soluções e estudos sobre doenças específicas da região amazônica como malária, doença de chagas e leishmaniose. O Estado do Acre sedia o evento pela primeira vez. O congresso começa na próxima terça-feira (26) e se estende até sábado (30), no Centro de Convenções de Rio Branco.

O tema desta edição é ‘O desafio dos Trópicos para a saúde do mundo’, e a realização é da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT).  A expectativa é que mais de mil congressistas participem dos mini cursos, palestras, mesas redondas e oficinas. De acordo com a comissão organizadora do evento, esta é uma chance única para que os cientistas e a própria população se integre à questão da saúde na Amazônia. Bolívia, Colômbia, Equador, Guianas, Peru, Suriname e Venezuela terão os respectivos representantes para discutir as questões medicinais.

Para o doutor em Medicina Tropical pela Universidade de Brasília (UnB) e presidente da comissão organizadora do Congresso, Thor Dantas, o fato de o Acre sediar esse evento é uma grande conquista para toda a sociedade. “É uma oportunidade ímpar, tanto para as pessoas que frequentam e participam do congresso todos os anos, quanto para os acreanos assistirem um congresso brasileiro de grande importância, sem se deslocar”, explica.

Presidente da comissão organizadora do Congresso, Thor Dantas, acredita nos benefícios do evento para o estado. Foto: Fany Dimytria/Portal Amazônia

É a terceira vez que a Região Norte recebe o Congresso de Medicina Tropical. Os estados do Amazonas e Pará também já foram sedes de edições anteriores. Populações ribeirinhas, potencial terapêutico do bioma amazônico, medicina militar e outras interfaces estarão em pautas durante os cinco dias do evento.

Ainda de acordo com Dantas, o tema desta edição do evento é de extrema importância. “Todo mundo se preocupa com o que acontece nos trópicos, que incluem dois terços da população do mundo. Então, é evidente que o estudo das doenças nos trópicos é de essencial análise, pesquisa e estudo para o mundo inteiro”, enfatiza.

Remédios da natureza

A reunião também vista estimular pesquisas que estudem plantas da própria natureza que possam servir como antídoto e até mesmo remédios para a cura de doenças originalmente amazônidas.  O tratamento da malária é um exemplo do progresso que o estudo de plantas medicinais da própria floresta pode dar certo. “O maior exemplo de que ciência e meio ambiente podem se integrar é o tratamento da malária. A cura veio através de uma planta que os índios usavam e que alguém notou que poderia servir para tratar a doença”, conta o presidente.

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Projetos urbanísticos em Manaus valorizam cada vez menos a arborização

Pesquisa do IBGE, divulgada em 2012, apontou que o percentual de árvores da capital amazonense era de apenas 25%

Nos conjuntos habitacionais, os espaços reservados para as áreas verdes são cada vez menores. Foto: Eraldo Lopes

Manaus - As legislações que estabelecem espaços reservados às áreas verdes em empreendimentos  imobiliários públicos e privados não garantem a inclusão de arborização em grande parte dos projetos urbanísticos em Manaus.

Em 2012, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou Manaus como a segunda cidade menos arborizada do País, entre as com mais de 1 milhão de habitantes. Com percentual de arborização de 25,1%, a capital amazonense perdia apenas para Belém, com 22,4%.

No Conjunto Cidadão 10, na zona centro-oeste, construído pelo governo do Estado, casas padronizadas em terrenos de barro foram entregues aos moradores sem a arborização necessária para amenizar o calor e melhorar a qualidade do ar.

Ainda em fase de construção, o empreendimento, segundo o industriário Adair dos Santos Lima, 40, que há três meses mora no local, causa impacto a quem sempre conviveu com árvores no quintal. “Morava  no Campos Sales e sofri o impacto porque lá tínhamos abacateiro, abieiro e goiabeira. Quando vi que não tinha uma árvore aqui, trouxe logo um pé de rambutã”, disse.

Morando com a mulher e um filho deficiente, Lima afirma que a falta de vegetação no projeto arquitetônico causa desconforto devido à  inexistência de sombra e contribui para o aumento do consumo de energia elétrica. “A única forma de ficar de dia aqui é com o ar condicionado ligado”, diz.

Na Rua de Adair, assim como nas demais do residencial, moradores utilizam a criatividade para driblar a falta de condições para o plantio no solo de barro do entorno das casas. Latas de tinta e vasos nas varandas servem para cultivar espécies medicinais e frutíferas.

No Residencial Verona Premium, no quilômetro 1 da BR-174, entregue em janeiro deste ano pela construtora Premium Engenharia, as praças existentes na planta original do projeto foram suprimidas para a construção de mais blocos.

O empreendimento também não oferece condições para que árvores sejam plantadas, segundo a contadora Nazaré Teixeira, 29, que há pouco mais de três meses se mudou para o local com o marido e dois filhos.

“Até mesmo a faixa de grama que constava no contrato como item obrigatório para quem ficasse com os apartamentos do térreo foi substituída por mato fincado no barro. Para terem esse direito básico garantido, moradores dos blocos amarelos precisaram tomar medidas legais”, afirmou.

Construído pelos governos federal e do Estado, o Conjunto Habitacional Viver Melhor é outro exemplo recente que não priorizou as árvores em sua concepção. Vizinho  das rodovias BR-174 e AM-010, o empreendimento apenas manteve a mata nativa existente na Área de Preservação Permanente (APP), no entorno dos prédios.

Morando no conjunto desde março deste ano, o engenheiro industrial Benigno Rivera, 67, afirma que como praças e plantação de árvores não faziam parte do projeto, aproveitou um espaço próximo ao bloco em que mora para plantar espécies nativas e medicinais.

“Tenho embaúba e coqueiros plantados em latas para melhorar o ambiente e nos servir como comida ou medicamento”, disse.

Situado em área atingida diretamente pelo sol durante todo o dia e sem a sombra de árvores, o empreendimento, segundo Rivera, acaba deixando os moradores escravos do ar condicionado e ventilador.

A presença de cortinas, cobertores, películas e até papel alumínio nas janelas dos apartamentos é comum em vários apartamentos do conjunto para bloquear os raios solares.

Inaugurado em abril deste ano como parte integrante do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), o Parque Residencial Liberdade, na zona sul de Manaus, também chama a atenção pela inexistência de verde. Contrastando com o Parque Residencial Jeferson Peres, habitado desde 2008 e ‘reflorestado’ pelos moradores, o local conta com poucas árvores para minimizar o calor.

Para o urbanista e presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU), Jaime Kuck, a negação do verde em Manaus é reflexo da vasta presença de floresta no Estado, cabendo à cidade “limpar e rejeitar a natureza”, assim como “degradar o espaço e o resíduo natural presente nele”.

O advento da industrialização, o êxodo rural e a vinda de pessoas de outros Estados para Manaus podem ser consideradas, de acordo com Kuck, como alguns dos fatores que contribuíram para o banimento da vegetação dentro da cidade, em especial na periferia.

“A não inclusão de árvores é uma desvalorização do ser humano mais pobre, que não tem direito à habitação e às condições dignas. Hoje, há uma necessidade de produzir apenas números e não qualidade paisagística e urbana nos grandes conjuntos habitacionais. Exemplo disso é o Nova Cidade, que causou desastre ambiental, destruição de um sítio arqueológico e a derrubada de mata virgem”, afirmou.

Para Kuck, a elaboração de um plano diretor de arborização que garanta de forma clara a permanência das áreas verdes existentes na cidade, é uma das soluções para frear o problema. “Com uma legislação mais específica, os órgãos responsáveis pela concessão de licenças e pela fiscalização não ficaria de mãos atadas”, afirmou.

O urbanista destaca, ainda, que a falta de cultura e conhecimento da população não deve ser utilizada como desculpa para a ausência do verde nos projetos arquitetônicos. “Os representantes do Estado, quando vencidos pela incompetência e pela falta mínima de cultura, transferem para a população a responsabilidade. Mas a população responde quando estimulada e essa história de culpá-la é uma desculpa esfarrapada”, afirmou.

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JUNGLE MAN NIGHT RUN - 3ª Etapa

Data: 06 de setembro (sábado)
Largada: 19h00
Local: Parque Esportivo Clube do Trabalhador Sesi
Pista de Atletismo - Manaus, AM
O EVENTO
O  CIRCUITO JUNGLE MAN Night Run 2014 será composto por 04 corridas noturnas com sua preponderância em trilhas naturais que cortam áreas verdes , limpas pela coordenação e com eventuais obstáculos naturais , deixados pela organização para caracterizarem  a natureza do evento
Cada prova será realizada em um local a ser divulgado previamente, através mídia impressa e redes sociais, e será disputada nas distancias de 5 e 10 km , a critério do participante que o escolhe no ato de inscrição.
A prova (5km ou 10 km ) terá um tempo máximo pra ser finalizada de até 01h50, sendo que o atleta que não estiver dentro do tempo projetado (pace chart), em qualquer ponto do percurso, poderá ser convidado a retirar-se da competição, finalizando a prova neste ponto. Todos os atletas inscritos que terminarem as provas receberão uma medalha de participação.
A Etapa SESI da corrida JUNGLE MAN Night Run será realizada no sábado, 06 de setembro de 2014, na cidade de Manaus/AM.
A largada e a chegada da prova será na Pista de Atletismo do Parque Esportivo do CLUBE DO TRABALHADOR – SESI – Manaus e será realizada sob qualquer condição climática.
Todas as categorias - Largada: 19h00.
O horário da largada da prova ficará sujeito a alterações em razão de problemas de ordem externa, tais como falhas de comunicação, suspensão no fornecimento de energia, etc.
O posicionamento escolhido pelo ATLETA no local de largada, disponibilizado pela organização é de única e exclusiva responsabilidade do mesmo.
CONSIDERANDO A NATUREZA RUSTICA DO PERCURSO, NÃO HAVERA PELOTAO DE ELITE, FORMADO POR ATLETAS POSSUIDORES DE TEMPOS DE REFERENCIA!
A CORRIDA será disputada na distância de 5Km e 10 km e terá como regras de competição as Normas do Regulamento Geral de Cross Country da Confederação Brasileira de Atletismo - CBAt e por este Regulamento Geral.
Este regulamento e o percurso serão divulgados no site:
www.assessocor.com.br
A corrida JUNGLE MAN Night Run 3ª Etapa SESI será disputada nas seguintes categorias:
• 5 KM INDIVIDUAL MASC onde cada atleta correrá 5 Km
• 5 KM INDIVIDUAL FEM onde cada atleta correrá 5 Km
• 10 KM INDIVIDUAL MASC onde cada atleta correrá 10 Km
• 10 KM INDIVIDUAL FEM onde cada atleta correrá 10 Km


Serão DESCLASSIFICADOS os atletas que:
1. Não observarem a formação acima descrita
2. Não obedecerem a sua inscrição previa, trocando de identidade  ou de percurso no dia do evento,
3. Descuidadamente ou intencionalmente abandonarem o balizamento.
Poderão participar da corrida, atletas de ambos os sexos, regularmente inscritos de acordo com o Regulamento Oficial da prova.
Os ATLETAS regularmente inscritos que sofrerem, durante a pratica da corrida, alguma intercorrência e necessitarem de apoio médico especializado, será providenciado tal remoção em ambulância médica. A continuidade do atendimento médico, propriamente dito, tanto de emergência como de qualquer outra necessidade, será efetuado na REDE PÚBLICA sob responsabilidade deste participante. A organização não tem responsabilidade sobre as despesas médicas que o atleta venha a ter durante ou após a prova.
O ATLETA ou seu (sua) acompanhante responsável poderá decidir por outro sistema de atendimento médico (remoção/transferência, hospital, serviço de emergência e médico entre outros) eximindo a organização de qualquer responsabilidade, direta ou indireta sobre as consequências desta decisão.
Durante o percurso das provas, o atleta deverá manter-se atento a sinalização física (FITAS BALIZADAS) alem do fluxo de atletas e à sinalização do staff em alguns locais do percurso. Devido ausência de luz natural e o ambiente de vegetação natural, o ATLETA poderá ter dificuldades em visualizar o balizamento, por isso a coordenação fornecerá 01(uma) LATERNA DE MÃO COM PILHA. Aos que desejarem, poderão portar suas lanternas de uso pessoal.
O ATLETA deverá percorrer o trajeto traçado pela organização ficando dentro dos limites impostos pelo BALIZAMENTO, evitando assim, erros ou desvios do percursos, o que acarretará desclassificação do mesmo, sem direto a recursos.
A segurança da prova será garantida pelos órgãos competentes, que prestarão apoio  e haverá árbitros, fiscais e staffs para a orientação e fiscalização dos participantes.
Sugere-se ao ATLETA, que o mesmo não adentre ao percurso da prova, portanto equipamentos ou acessórios de uso pessoal  desnecessários a execução do mesmo, pois não haverá reembolso, por parte da Organização, bem como de seus apoiadores  e empresas participantes, de nenhum valor correspondente a danos a equipamentos e/ou acessórios utilizados pelos participantes no evento, independente de qual for o motivo, nem por qualquer extravio de materiais ou prejuízos materiais que por ventura os atletas venham a sofrer durante a participação da prova.
Recomendamos rigorosa avaliação médica prévia e a realização de teste ergométrico a todos os participantes.
Somente entrarão no Funil de Chegada os inscritos que estiverem portando seus números bem visíveis.
Não será permitido o auxílio externo aos participantes sob quaisquer hipóteses, a não ser por parte dos membros da Organização.
Qualquer reclamação sobre o resultado final da competição deverá ser feita, por escrito, até 30 minutos após a divulgação.
A participação do ATLETA neste evento , se dá por livre e espontânea vontade  e declara ser conhecedor de seu estado de saúde , que o assegura condições de executar a corrida e entende dos riscos físicos que a mesma pode oferecer, caso possua alguma instabilidade orgânica ou física e aceita totalmente o Regulamento da Prova, e da necessidade de consultar um médico antes da prova, para avaliar suas reais condições de participação.
Ao participar deste evento, o(a) ATLETA cede outorgando a permissão irrevogável à organização e seus concessionários, todos os direitos de utilização de sua imagem, voz e semelhança, inclusive direito de arena, para finalidades legítimas e promocionais, e em conexão com qualquer meio de comunicação e propaganda, assim como, autoriza o possível envio de mensagens informativas via: e-mails, cartas, torpedos SMS, e por outros meios, para seus telefones e endereços cadastrados, renunciando ao recebimento de qualquer renda que vier a ser auferida com direitos a televisão ou qualquer outro tipo de transmissão, para esta e próximas provas do mesmo evento, e de eventos congêneres, declinando de qualquer compensação financeira relativa ao evento, sendo conhecedor de seu formato e execução.
Poderá o Organizador/Realizador suspender o evento por questões de segurança pública, atos públicos, vandalismo e/ou motivos de força maior, tais como ventos e chuvas fortes, que possam prejudicar o deslocamento dos atletas, podendo ocasionar acidentes, com sérios riscos a integridade física dos participantes.
Caso haja necessidade de alguma modificação operacional em algum  item deste regulamento que implique no andamento de qualquer processo do evento, a organização comunicará aos interessados na página oficial da corrida.
A todos os ATLETAS que CONCLUIREM  percurso, receberão uma medalha de participação, sendo um quartil da medalha de pódium. Após os 4 eventos, estes quartis formarão uma medalha em escala maior , configurando a participação completa no Circuito JUNGLE MAN.

CATEGORIAS CAMPEÃO VICE CAMPEÃO 3 LUGAR
5 KM FEM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM
5 KM MASC TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM
10 KM FEM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM
10 KM MASC TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM TROFÉU + MEDALHA PÓDIUM
MEDALHAS PERSONALIZADAS do 1º ao 3º lugar.
PONTUAÇÃO DO CIRCUITO POR CORRIDA (aos atletas que correrem as 4 provas)
• 1º Lugar: 10 pontos
• 2º Lugar: 08 pontos
• 3º Lugar: 06 pontos
• 4º Lugar: 04 pontos
• 5º Lugar: 02 pontos
• 6º lugar em diante: 01 ponto
Obs.: Ao termino do Circuito JUNGLE MAN Night Run, o (a) campeão(ã)  será o (a)  que somar a maior pontuação nas 4 provas do Circuito Jungle Man.
SERÃO LIMITADAS A 500 (quinhentos) ATLETAS.
PERÍODO DE INSCRIÇÃO:
08 de agosto a 02 de setembro ou assim que forem alcançadas as vagas.
ENDEREÇO ELETRÔNICO: www.assessocor.com.br
TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 50,00 (Individual) + taxa Assessocor
FORMAS DE PAGAMENTO: Boleto bancário e cartões visa, elo e mastercard.
As inscrições poderão ser encerradas antes do prazo previsto, sem aviso prévio, caso o limite de 500 atletas seja alcançado  ou prorrogadas conforme decisão da organização.
A inscrição não é reembolsável e não poderá ser transferida em caso de desistência.
ATLETAS MENORES DE IDADE:
A idade mínima para participação é de 16 anos. O responsável deverá realizar a inscrição do atleta menor e o mesmo deverá acompanhá-lo no dia do evento. Na ausência do pai ou responsável, será exigida a autorização por escrito, com assinatura autenticada e reconhecida e cópia do Documento de Identidade do pai ou responsável.
O kit de participação do evento é vinculado à taxa de inscrição e composto de:
• 01 (uma) sacola,
• 01 (uma) camiseta de poliamida promocional (escolha de tamanhos P , M , G ou GG até dia 22/08).
• Número de peito e chip,
• E possíveis quaisquer outros brindes, materiais e folders ofertados pelos apoiadores da prova.

Observações importantes:
No momento da inscrição, o atleta indicará o tamanho da camiseta alusiva ao evento que deseja receber no ato da retirada do kit da prova, opção que servirá de referência para fins logísticos.
- O tamanho das camisetas está sujeita a alteração, de acordo com a disponibilidade.
- O(a) atleta não poderá alegar impossibilidade de correr no evento, caso não tenha camiseta em tamanho que lhe sirva.

- O valor referente à inscrição não será devolvido em caso de desistência ou não comparecimento, como também não poderá ser transferido para outra prova/etapa.
- Todos os participantes obrigatoriamente aceitam no processo de inscrição que estão em condições físicas e técnicas adequadas para a prova e isentam o ponto assessocor.com.br e organização, tais como, promotores e patrocinadores do evento de qualquer responsabilidade sobre incidentes que possam ocorrer com o participante.
Os atletas inscritos receberão o kit do evento nos dias:
05/Set - Sexta-feira, (14h00 às 20h00) na Vila Olímpica de Manaus,
06/Set - Sábado, (9h00 às 14h00) na local da prova (SESI)
A entrega de kits será impreterivelmente feita no prazo descrito acima. Não haverá entrega de kit de participação FORA DESTES HORARIOS, nem após os mesmos.
Os kits somente serão retirados pelo atleta mediante a apresentação de um documento oficial de identidade com foto, e do recibo original de pagamento da inscrição. Estes comprovantes serão retidos na entrega do Kit.
NÚMERAL DE PEITO
No kit o atleta receberá seu número de identificação. No dia da prova o número deverá ser afixado com alfinetes no peito, à frente do uniforme de corrida. Ele é pessoal e intransferível, não podendo ser alterado ou rasurado, e possui 01 senha que poderá ser utilizada pelo inscrito no serviço de guarda-volumes.

CHIP RETORNÁVEL , CHIP DESCARTAVEL ou SISTEMA SEMI ELETRONICO:
No dia da prova será entregue ao atleta o chip retornável ou não, PODENDO A ORGANIZACAO OPTAR POR UM DOS 3 SISTEMAS OFERECIDOS PELA EMPRESA RESPONSÁVEL. . Este chip deverá ser afixado no seu tênis, conforme orientações que constam no seu envelope. Caso tenha alguma dúvida de como proceder, antes de afixar, procure o staff da prova que vai orientar na sua utilização. O uso do "chip" é obrigatório aos inscritos, acarretando a desclassificação se não o utilizar.
A utilização do chip é de responsabilidade única do atleta, assim como as consequências de sua não utilização. A utilização inadequada do chip pelo (a) atleta acarreta a não marcação do tempo, isentando a Comissão Organizadora na divulgação dos resultados.
O participante que não retirar o seu chip fica ciente que renuncia ao direito de ter cronometrado seu tempo.
Caso o chip seja RETORNÁVEL, o mesmo deverá ser devolvido ao final da prova sob pena de não receber prêmios, troféus ou medalha de participação do evento.
GUARDA-VOLUMES:
Serão colocados à disposição dos ATLETAS inscritos, guarda-volumes na região da largada / chegada. A ORGANIZAÇÃO não recomenda que sejam deixados dinheiro em espécie e objetos de valor no Guarda-Volumes tais como: relógios, roupas ou acessórios de alto valor, equipamentos eletrônicos, de som ou celulares, cheques, cartões de crédito, etc.
POSTOS DE HIDRATAÇÃO – ÁGUA MINERAL:
Será disponibilizado em um trecho do percurso, 01 posto de hidratação com água mineral e 01 posto na largada/chegada da prova, O POSTO DE LARGADA / CHEGADA NÃO OFERTARÁ COPOS DESCARTAVEIS
BANHEIROS:
Serão disponibilizados banheiros químicos na região da largada e chegada.
Não será permitido o uso do espaço e da estrutura da prova para a realização ou instalação de qualquer material de natureza comercial/promocional, que não seja dos patrocinadores do evento.
Confira o percurso da prova:
O resultado da corrida JUNGLE MAN Night Run – 2014 será publicado no perfil de seu grupo JUNGLE MAN Esportes de aventuras, no Facebook e neste site.
As dúvidas ou omissões deste Regulamento serão dirimidas pela Comissão Organizadora de forma soberana, não cabendo recursos a estas decisões.
Realização: CLUBE DE ORIENTAÇAO DE MANAUS
Coordenação Técnica: Kleist Praia Mendonça -  Prof Ed Física  Assessoria & Treinamento.
Fonte: Assessocor
última atualização em Qui, 21 de Agosto de 2014 16:40
 

Nota Pública do Conselho Indígena de Roraima - CIR:ATENÇÃO À SAÚDE INDÍGENA NO BRASIL

"Considerando o novo modelo institucional proposto pelo governo federal para a atenção à saúde indígena no país, conforme proposição apresentada pelo secretário de Saúde Indígena Antônio Alves no último dia 04 de agosto em reunião conjunta do Fórum de Presidentes de Conselhos Distritais de Saúde Indígena (CONDISI) e da bancada indígena da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI), o Conselho Indígena de Roraima (CIR) vem por este meio se manifestar:

A luta pelos direitos indígenas é uma prática constante do movimento indígena, e o CIR há quarenta anos vem afirmando que é necessário o Estado Brasileiro garantir e adequar suas regras, políticas, programas e ações à realidade dos povos indígenas, assegurando o que a nossa Constituição Federal de 1988, a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas da ONU já estabelecem.

O CIR considera que não houve o tempo necessário para a discussão com as lideranças das comunidades sobre esta proposta, que está sendo submetida à aprovação dos Conselhos Distritais de Saúde Indígena no estado de Roraima. É preciso assegurar o direito à consulta livre e informada, com o tempo suficiente para a participação dos conselhos locais de saúde de todas as regiões do estado, contemplando o direito ao contraditório, e o envolvimento de outros órgãos e parceiros do movimento indígena na discussão de alternativas possíveis ao modelo proposto pela SESAI.

É importante destacar que esta proposta nunca foi discutida com as organizações indígenas, desde 2008 quando foi instituído o grupo de trabalho do Ministério da Saúde encarregado de promover a transição das responsabilidades da Saúde Indígena da FUNASA para um novo órgão gestor ligado diretamente ao gabinete do Ministro da Saúde, e a partir de 2010 ao longo dos quatro anos de atuação da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) na gestão da saúde indígena no país. Esta proposta também não foi apresentada durante as etapas da Quinta Conferência Nacional de Saúde Indígena promovida pela SESAI no ano de 2013.

A criação do Instituto Nacional de Saúde Indígena (INSI) representa na prática a privatização da Saúde Indígena no Brasil, pois na proposta apresentada pela SESAI ele é descrito como uma “entidade civil de direito privado”, administrado por meio de um contrato de gestão firmado com a União de acordo com a legislação privada, e regido por um Conselho Deliberativo composto por treze membros, dos quais apenas três devem ser indicados pelas organizações indígenas. Esta composição desrespeita os princípios do controle social definidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como a paridade entre usuários e prestadores dos serviços de saúde.

As organizações indígenas têm se manifestado em diversas ocasiões a favor da realização de um Concurso Público Específico e Diferenciado, a partir de um marco legal estabelecido em conjunto com os órgãos do Governo Federal, Congresso Nacional e Ministério Público Federal. Este concurso deveria ser realizado por etapas, iniciando pelo pessoal responsável pela gestão administrativa e logística, que fica lotado nas sedes dos distritos, e que é fundamental para a concretização da autonomia administrativa e financeira dos DSEIs. Este setor é responsável pelas compras de equipamentos, materiais e medicamentos, que enfrentam graves deficiências em todas as regiões do país, assim como a construção de postos, infraestrutura e saneamento básico nas comunidades.

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