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Após nível estável no mês de junho, cheia do rio Negro avança no Centro de Manaus

Cota do rio Negro, que continua subindo, fez transbordar bueiros na praça Tenreiro Aranha e começa a alagar a Alfândega. Enchente também prejudica na zona oeste da capital.l

Pátio nos fundos do prédio da Alfândega, no Centro de Manaus, começa a ser invadido pelo esgoto, ‘empurrado’ pelo rio (J. Renato Queiroz)

A enchente do rio Negro continua preocupando comerciantes e moradores das áreas alagadas. Na sexta-feira, o rio chegou a 29,50 metros e ultrapassou em um centímetro a previsão do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), que no primeiro alerta, emitido em maio, é que o rio Negro chegaria à marca 29,49 metros. No ano passado, a cota ficou em 29,33 metros.

No Centro, as ruas Barão de São Domingos e dos Barés seguem inteditadas em decorrência da enchente. Além das ruas, a parte de trás do prédio da Alfândega já foi afetado e um dos esgotos da praça Tenreiro Aranha começou a transbordar.

Segundo o comerciante Pedro Malta de Lima, 48, o rio está demorando para baixar e isso tem deixado as pessoas que trabalham no Centro preocupadas, pois significa mais prejuízos. “O rio baixou e durante esses últimos dias voltou a subir”, disse o comerciante.

A aposentada Odete Souto, 65, conta que, no período da enchente evita ir à feira, no Centro, porque o mau cheiro da água e o trânsito nas ruas interditadas causam muitos transtornos. “Normalmente eu venho três vezes por semana, mas nesse período da enchente venho somente duas, às vezes uma só, para evitar essa confusão”, explicou a aposentada.

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Consultas de cuidado continuado crescem 69,7% no Amazonas

Ministério da Saúde apresentou os impactos do programa na assistência à população em seminário com gestores do Amazonas. Em menos de um ano, a iniciativa ampliou em 453 o número de médicos no estado, beneficiando 1,5 milhões de pessoas

Em menos de um ano, o Programa Mais Médicos já impacta na assistência à população dos municípios do Amazonas. Levantamento feito pelo Ministério da Saúde em cidades amazonenses que participam do programa aponta crescimento de 69,7% no número de consultas de cuidado continuado realizadas nas unidades básicas de saúde. Em janeiro de 2014, foram contabilizadas 24.452 consultas no estado contra 14.441 no mesmo período do ano anterior, quando à população ainda não contava com o reforço dos profissionais do Mais Médicos.

Por meio do Programa, o estado do Amazonas ampliou em 453 o número de médicos atuando na atenção básica de 61 municípios e sete distritos indígenas. O Ministério da Saúde atendeu 100% da demanda por médicos apontada pelos municípios e superou a meta inicialmente estabelecida.  Atualmente, o Mais Médicos garante assistência médica nas unidades básicas de saúde para 1,5 milhões de amazonenses.

Os impactos do Programa no estado fotam apresentados pelo Secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Antonio Alves, durante o Seminário Mais Médicos para o Brasil, Mais Saúde para os Brasileiros, realizado em Manaus (AM) nesta terça-feira (01). O evento reuniu prefeitos e secretários de saúde de municípios de todo o estado. “São os primeiros resultados, mas já traduzem  enorme importância principalmente para a população que mora em locais longe dos grandes centros”, afirmou o Secretário.

Esse é um dos vários seminários a serem realizados pelo governo federal em todo país para debater com gestores públicos os primeiros impactos do Mais Médicos na assistência da população que vive nas cidades beneficiadas pela iniciativa. Levantamento feito pelo Ministério da Saúde em mais de dois mil municípios que contam com pelo menos um médico do Programa servirão de base para essa discussão. São dados dos sistemas de acompanhamento da atenção básica (Siab e eSUS), alimentados pelas secretarias de saúde de todo o país.

MAIS ASSISTÊNCIA – No Amazonas, além do crescimento de 69,7% no número de consultas de cuidado continuado, observou-se crescimento de 68,5% nas consultas de demanda agendada (35.070 para 59.109) e de 59,1% nas consultas de demanda imediata, que passou de 17.858 atendimentos em janeiro de 2013, para 28.413 em janeiro deste ano. Também houve crescimento nos atendimentos de saúde mental, que passaram de 624 em janeiro de 2013 para 1.152 em janeiro de 2014 (84,6%), de 55,1% no atendimento a usuários de álcool (234 para 363) e a usuários de drogas (138 para 204). As consultas de pré-natal cresceram 22,8% (13.312 para 16.342), o atendimento a pessoas com hipertensão cresceu 21,8%, passando de 18.951 em 2013 para 23.088 em 2014 e as consultas a pessoas com diabetes 17,6% (8.538 para 10.033).

Em todo o país, o número geral de consultas realizadas na Atenção Básica cresceu quase 35% no mesmo período – foram 5.972.908 em janeiro de 2014 contra 4.428.112 em janeiro de 2013. Entre esses atendimentos, teve destaque o de pessoas com diabetes, que aumentou cerca de 45% - passou de 587.535, em janeiro de 2013, para 849.751 em janeiro de 2014. Os atendimentos de pacientes com hipertensão arterial aumentaram em 5% no mesmo período, e as consultas de pré-natal, em 11%. O encaminhamento a hospitais diminuiu em 20%, passando de 20.170 para 15.969.

O governo federal já superou a meta de levar médicos para os municípios de todo o país que aderiram ao Programa Mais Médicos. Atualmente mais de 14 mil profissionais atuam em cerca de 4 mil cidades. A maioria (75%) dos médicos está em regiões de grande vulnerabilidade social, como o semiárido nordestino, periferia de grandes centros, municípios com IDHM baixo ou muito baixo e regiões com população quilombola, entre outros critérios de vulnerabilidade.

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Balé Folclórico do Amazonas apresenta ‘Herança Africana’ no Teatro Amazonas

Espetáculo é dia 2 e 6 de julho, no Centro de Manaus, e destaca manifestações culturais africanas

Balé Folclórico do Amazonas tem duas apresentações sobre cultura africana no Teatro Amazonas. Foto: Divulgação/SEC-AM

MANAUS – Uma reflexão sobre a presença e a influência do negro na cultura brasileira. Esta é a proposta do espetáculo ‘Herança Africana’, que tem apresentado pelo Balé Folclórico do Amazonas nesta quarta-feira (2), às 21h, e no domingo (6), às 19h. As apresentações serão no Teatro Amazonas, no Centro de Manaus, e estão com ingressos à venda.

O espetáculo, dirigido por Conceição Souza, integra a programação do projeto Amazonas de Todas as Artes, que beneficiar mais de 19 mil artistas que participarão de quase mil atividades culturais no período da Copa do Mundo de Futebol.

Resultado da pesquisa dos colaboradores Eliberto Barroncas e Railda Vitor, ‘Herança Africana’ vai destacar algumas manifestações regionais para exemplificar a herança ricamente cultural do continente africano, como a capoeira, samba de roda, lundu, gambá, dança do rapachão e o samba.

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Atletas fazem trajeto de Manaus a Parintins em Stand Up Paddle

Na 'Expedição Parintins', Alex Araújo e Pablo Casado remaram 400 quilômetros.

última atualização em Seg, 30 de Junho de 2014 12:08 Leia mais...
 

Entre ensaios no Bumbódromo, bumbás Caprichoso e Garantido promovem festas pelas ruas

O objetivo dos ensaios técnicos é ajustar o tempo das apresentações, a demarcação de posições de entrada e saída na arena e detalhes da evolução dos itens. Além dos ensaios, os bumbás realizarão as tradicionais festas “Boi de Rua” e "Ladainha"

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Prejuízo com a cheia do rio Negro passa de R$ 200 milhões

Montante diz respeito ao impacto da cheia dos rios nas plantações e é 64% maior do que os estragos causados em 2012

Enchente invadiu a terra firme, destruiu plantações e levou agricultores a se virar como puderam para sobreviver (Arquivo-AC)

Com o início oficial do período de vazante dos rios, os produtores rurais do Amazonas começam a calcular os prejuízos causados à produção pela cheia deste ano.

Até o início da semana foram computadas perdas de R$ 215,45 milhões com culturas como banana e mandioca entre as mais afetadas. O volume superou em 65,74%, os danos acumulados em 2012, ano em que o Rio Negro registrou cheia recorde de 29,78 metros.

O levantamento divulgado pelo Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) apontou que deste montante, R$ 11,43 milhões foram referentes a financiamentos feitos pelos trabalhadores rurais que não puderam ser honrados em função das perdas na produção. Até o momento 10.106 famílias foram afetadas.

Estragos

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (Faea), Muni Lourenço, embora o nível de água este ano tenha sido inferior ao registrado em 2012, os “estragos” foram maiores. “Os municípios banhados pelo Rio Madeira sofreram muito e a água alcançou áreas produtivas maiores frente ao que ocorreu em 2012. Por esse motivo as perdas foram superiores”, avaliou.

Segundo ele, os números deste ano foram preocupantes. Para Lourenço, o cenário fica ainda mais grave quando considerada a etapa de recuperação dos produtores. Ele ressaltou que mesmo com a anistia das dívidas pela Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam) e com a linha emergencial de crédito concedida pelo governo do Estado, ainda faltam recursos aos trabalhadores do interior.

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Instituições discutem na Assembleia Legislativa do Acre alternativas para imigração ilegal

O encontro contou com a participação de representantes dos governos Federal e do Acre, de organismos internacionais, além de autoridades das embaixadas dos países

última atualização em Seg, 30 de Junho de 2014 10:31 Leia mais...
 


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