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Indústria do Amazonas cobra novo porto público para regular mercado

Hoje é mais caro transportar de Manaus para Santos do que de Shangai para Santos

MANAUS - A indústria defende a instalação de um novo porto público em Manaus, para regular o mercado, ampliar a competitividade e reduzir os custos de transporte. A análise é do coordenador da Comissão de Assuntos de Transporte e Logística da Fieam em parceria com o Cieam, Augusto César Barreto Rocha, doutor em Engenharia de Transportes. Ele cita o caso do porto do Centro da cidade desalfandegado pela Receita Federal como uma deficiência portuária.

Na questão do custo elevado, Rocha afirma que hoje é mais caro transportar de Manaus para Santos do que de Shangai para Santos. O que torna economicamente viável o transporte por rodovias do que pelo modal aquaviário. De acordo com a Comissão, há uma expectativa por iniciativas privadas e uma iniciativa pública onde era a Siderama. “Entendemos que há a necessidade de novos portos em Manaus. Temos deficiência de portos, pois no passado tínhamos Porto Público (que serve para regular o mercado) e hoje em dia não temos mais”, frisou Rocha. O Roadway, porto do Centro da cidade, foi desalfandegado pela Receita Federal e também possui limitações de área no retroporto.

Segundo Rocha, o custo Brasil somado ao custo Amazônia são elevados, principal entrave que prejudica o tempo de permanência das cargas nos portos privados de Manaus (transbordo e burocracia dos órgão públicos). “Os custos são elevados. Hoje é mais caro transportar de Manaus para Santos do que de Shangai para Santos. Como avaliação adicional hoje é por vezes mais econômico o transporte por rodovias do que pelo modal aquaviário”, afirma.

Ainda segundo Rocha, não é possível indicar uma única fonte de custos. “O problema é a soma de um conjunto de ineficiências, que especialistas têm chamado de Custo Brasil: excesso de taxas, custo de mão de obra elevado, custo operacional elevado, baixa automatização, excesso de regulações, exigências excessivas etc.”, explicou.

Na comparação dos portos de sucesso na questão de eficiência na logística: Roterdã, na Holanda, maior porto marítimo da Europa e o Porto de Shangai o maior na China, Manaus permanece no século passado. “Devido ao excesso de custo e pouco investimento público”, frisou Rocha. Para ele o serviço de transportes é de responsabilidade do governo. “O serviço de transportes é papel do governo. No caso dos portos, é papel do governo federal”, disse.

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Seind viabiliza participação indígena em feira internacional

Produtos da AMARN, que poderão ser conferidos na feira. Fotos: AMARN/Divulgação

Sete organizações indígenas do Amazonas participarão da 2ª Mundial ART - Feira de Internacional de Artesanato, Moda e Decoração, que ocorre no período de 1º a 10 de agosto, no Centro de Convenções do Manaus Plaza Shopping. Entre os mais de 15 mil itens previstos para ser apresentados na feira estão produtos indígenas extraídos da fauna e flora da Região Amazônica como colares, pulseiras, brincos, porta-joias, cestos e outros. 
A participação indígena é viabilizada pela Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind) e o evento é organizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho (Setrab).          
Durante os dez dias de feira, os visitantes poderão conferir algumas especificidades culturais por meio do artesanato próprio desenvolvido pelos indígenas da Associação  das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARN); Associação Ihãa-bé; Organização de Mulheres Indígenas Sateré-Mawé de Manaus (OMISM/Watyaman); Associação Wotchimaücü; Associação dos Artesãos Indígenas Residentes em Manaus (AAIRM); Associação Y’Apurehy e Associação Comunidade Indígena Wanano-Cotiria (ACIWC).
“A participação das organizações no evento é mais uma ação de promoção e proteção do patrimônio cultural indígena”, informou o titular da Seind, Bonifácio José Baniwa.   
“Está voltada para a promoção das manifestações culturais, tendo como elemento o artesanato de cada povo participante, e contribuirá também para a geração de renda, possibilitando, inclusive, juntarmos negociações com interessados no artesanato indígena”, acrescentou a chefe do Departamento de Promoção dos Direitos Indígenas (Depi), Rose Meire Barbosa.

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Convocada a 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista

Brasília sediará a 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista, que será realizada entre os dias 17 a 20 de novembro de 2015, com o tema "A relação do Estado Brasileiro com os Povos Indígenas no Brasil sob o paradigma da Constituição de 1988". O encontro irá avaliar a ação indigenista do Estado brasileiro, reafirmar as garantias reconhecidas aos povos indígenas no País e propor diretrizes para a construção e a consolidação da política nacional indigenista. Nesta semana, as Coordenações Regionais da Fundação Nacional do Índio se reunirão com os indígenas para dialogar sobre a Conferência.

 

A realização da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista será coordenada pela Funai e o Ministério da Justiça, e organizada em conjunto com os representantes dos povos indígenas e com os demais órgãos e entidades governamentais e não governamentais que compõem a Comissão Nacional de Política Indigenista.

 

A 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista será antecedida pelo Seminário de Formação e por etapas locais e regionais. O regimento interno da Conferência será elaborado pela comissão organizadora e aprovado pelo Ministro da Justiça.

Fonte: FUNAI

 

Durante SPBC, Indígenas exigem mais vagas para jovens em universidades públicas da Amazônia

Um debate quente e polêmico em torno de vagas para índios em universidades públicas atraiu centenas de jovens indígenas na mesa-redonda que aconteceu na SBPC Indígena durante a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Na ocasião, os índios exigiram a abertura de vagas exclusivas para índios na Universidade Federal do Acre.

última atualização em Seg, 28 de Julho de 2014 12:32 Leia mais...
 

Assembleia de Mulheres Indígenas em Iauaretê – Rio Uaupés

A Associação das Mulheres Indígenas do Distrito de Iauaretê (AMIDI) realizou VI Assembleia Assembleia em Iauaretê nos dias 7 a 9 de julho

Mais de 136 pessoas participaram da VI Assembleia das Mulheres Indígenas do Distrito de Iauaretê, realizado no Salão Paroquial nos dias 7 a 9 de julho, pela AMIDI em parceria com a FOIRN.

Além de participantes vindos das comunidades de abrangência da COIDI (Coordenadoria das Organizações Indígenas do Distrito de Iauaretê), representantes de instituições parceiras como a FUNAI-CRRN e o DSEI/CASAI e Conselho Tutelar participaram do evento.

As pautas do evento realizado foram: Saúde da Mulher, Direitos da Mulher (Lei Maria da Penha), Concepção própria das mulheres indígenas sobre a saúde, revisão e aprovação do Estatuto da AMIDI, Alcoolismo entre os jovens da região de Iauaretê.

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Hidrelétricas e mineração foram temas de discussão na SBPC Indígena

Representantes de várias comunidades indígenas da Amazônia, reunidos na 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em andamento na Universidade Federal do Acre (Ufac), demonstraram apreensão com a construção de hidrelétricas e a exploração de minérios na região. A preocupação foi expressa em mesa-redonda realizada na manhã desta sexta-feira, 25, na presença de pesquisadores de vários estados brasileiros.

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Indígenas isolados recebem atendimento médico depois de primeiro contato no Acre

Eles relataram que sofreram violência praticada por não-índios nas cabeceiras do rio Envira, no Peru

Rio Envira, no Acre, banha a área onde foram localizados indígenas isolados. Foto: Reprodução/Google Maps

BRASÍLIA – Indígenas do alto rio Envira, no Acre, antes isolados, estabeleceram contato no último dia 26 de junho e já estão em suas malocas depois de receberem atendimento médico. O contato foi com servidores da Frente de Proteção Etnoambiental (FPE) de Envira, da Fundação Nacional do Índio (Funai), e indígenas do povo Ashaninka, na Aldeia Simpatia, da Terra Indígena Kampa.

O grupo de indígenas isolados contraiu gripe e se deslocou junto à equipe de ‘primeiro contato’ à Base de Proteção Etnoambiental Xinane, onde foi possível realizar atendimento médico. Após a conclusão do tratamento os indígenas retornaram para suas malocas, onde estão os demais integrantes de seu povo. De acordo com informações dos intérpretes que estavam na equipe da Funai, os indígenas pertencem a um subgrupo do tronco linguístico Pano. O contato e a permanência do grupo de isolados na região ocorreu de forma pacífica.

A equipe da FPE de Envira e o sertanista José Carlos Meirelles, da Assessoria Indígena do governo estadual do Acre, acompanham a aproximação dos povo isolado desde 13 de junho.

Entre as medidas necessárias a serem tomadas pela Funai a partir desse momento está a reativação permanente da Base Xinane da FPE de Envira. Os trabalhos consistirão em ações de monitoramento dos povos indígenas isolados para identificar possíveis ameaças a eles e seu território. Nos diálogos tratados com o grupo indígena por meio dos interpretes eles relataram que sofreram atos de violência praticados por não-índios nas cabeceiras do rio Envira, no Peru. Por tratar-se da região de fronteira Brasil-Peru e diante destes relatos, são tomadas medidas para averiguar os fatos relatados e implementar um plano de ação no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica firmada entre a Funai e o governo peruano em março deste ano para proteção povos indígenas isolados transfronteiriços e monitorar a região.

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