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EXPEDIÇÃO YANOMAMI - FAB vai transportar médicos, índios Yanomami e material de apoio

Dois aviões e um helicóptero serão empregados para atender 35 aldeias na fronteira do Brasil com Venezuela

Médicos voluntários da organização “Expedicionários da Saúde” vão percorrer mais de 3,4 mil km para levar atendimento a indíos que vivem na fronteira do Brasil com a Venezuela. O trajeto entre Campinas (SP) e São Gabriel da Cachoeira (AM) será realizado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) na próxima sexta-feira (31/07). Só depois de praticamente atravessar o Brasil e pousar no meio da Amazônia iniciará, no sábado (01/08), a Expedição Yanomami, 33ª edição realizada pela instituição qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OCISP), que está sediada no município paulista.
Os profissionais vão levar apoio especializado aos índios da etnia Yanomami que vivem na região dos municípios de Santa Izabel do Rio Negro e São da Gabriel da Cachoeira, chamada de comunidade indígena de Maturacá (AM), distante cerca de 800 km da capital Manaus, na fronteira com a Venezuela. A expectativa é realizar cerca de 1.500 atendimentos e 200 cirurgias em pacientes de 35 aldeias entre os dias 1º e 7 de agosto.

A FAB vai participar da missão com o transporte de médicos, índios e material. Serão empregados os aviões C-105 Amazonas do Esquadrão Arara (1º/9º GAV), sediado em Manaus (AM); o C-99 do Esquadrão Condor (1º/2º GT), sediado no Rio de Janeiro (RJ); e o helicóptero H-60 Black Hawk do Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), sediado em Manaus (AM). Estão envolvidos ainda outros 40 militares da Aeronáutica em ações de coordenação, planejamento e apoio.

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Ministério da Educação abre chamadas para projetos de pesquisa sobre história do Brasil República

Com o intuito de resgatar e registrar as memórias brasileiras, o Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), lançou, nesta quarta-feira, os editais de chamada pública para a pesquisa e elaboração das obras “Memórias Brasileiras – Biografias” e “Memórias Brasileiras – Conflitos Sociais”.

Podem apresentar propostas os pesquisadores de instituições de educação superior e institutos de pesquisas brasileiros, públicos e privados, que tenham programas de pós-graduação stricto sensu recomendados pela Capes. As inscrições para as duas chamadas estão abertas até o dia 28 de outubro de 2015. O resultado final será divulgado no mês de janeiro de 2016.

Sobre o projeto

A primeira chamada pública, para a obra “Memórias Brasileiras – Biografias”, tem como objetivo promover e fomentar a realização de pesquisas científicas que resultem em biografias, individuais ou coletivas, ou trajetórias de vida de pessoas ou grupos significativos para a compreensão da história do Brasil no período republicano, compreendido de 1889 até os dias atuais. Não serão aceitas propostas de biografias individuais de pessoas vivas. Serão contempladas todas as áreas do conhecimento.

As propostas devem ser apresentadas em duas modalidades: projetos de até R$ 100 mil, na faixa 1; e projetos de até R$ 200 mil, na faixa 2. Estão previstas, para as duas faixas, bolsas nas modalidades de iniciação científica, mestrado e pós-doutorado, além de recursos de custeio e capital para aquisição de material bibliográfico.

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Saúde - Ministério da Saúde convoca população para fazer teste da hepatite C

Em atenção ao Dia Mundial da Luta contra as Hepatites Virais, lembrado hoje (28), o Ministério da Saúde está convocando a população para fazer o teste da hepatite C e se vacinar contra as hepatites A e B. O teste pode ser feito nos postos da rede pública de saúde. A recomendação é feita especialmente para pessoas com mais de 40 anos. O Ministério da Saúde considera primordialmente esta faixa etária porque nas décadas de 80 e 90 havia mais uso de drogas injetáveis, transfusões de sangue e hemodiálise com menor controle e sexo desprotegido.

Considerado pelo Ministério da Saúde como um grave problema de saúde pública, a hepatite é uma inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. São doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas quando aparecem podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

Contra as hepatites A e B existe imunização, a primeira para crianças entre um e dois anos e a segunda, em três doses, para quem tem até 49 anos. As duas vacinas podem ser tomadas durante todo o ano nos postos de vacinação do Sistema Único de Saúde.

“São vacinas que já estão mudando a história dessas enfermidades. As próximas gerações muito provavelmente serão livres da hepatite A e da hepatite B. Mas para a hepatite C precisamos convocar todos aqueles com mais de 40 anos, que tiveram procedimentos cirúrgico, que receberam sangue, que fizeram qualquer tipo de procedimento antes de 1993 para que procurem o posto mais próximo para fazer a testagem da hepatite C”.

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Regras de proteção ao emprego entram em vigor

As regras estabelecidas pelo governo, para proteger o emprego, estão publicadas hoje (22) no Diário Oficial da União. O texto traz uma portaria do Ministério do Trabalho e Emprego e duas resoluções do Comitê do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que entram em vigor nesta quarta-feira.

Criado por medida provisória no último dia 6, o PPE permite a redução temporária da jornada de trabalho, com diminuição de até 30% do salário. Para isso, o governo arcará com 15% da redução salarial, usando recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A complementação é limitada a R$ 900,84, valor que cobre 65% do maior benefício do seguro-desemprego. O maior benefício do seguro-desemprego é R$ 1.385,91.

A Portaria 1.013 trata da compensação pecuniária do programa. Segundo o texto, a parcela custeada pelo FAT será paga pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por intermédio da Caixa Econômica Federal. A norma traz também, entre outros dados, a lista de informações que devem ser enviadas mensalmente pelo empregador ao ministério a respeito dos funcionários que receberão os pagamentos.

A Resolução 2 estabelece regras e procedimentos para adesão e o funcionamento do programa, anunciados nesta terça-feira (21) pelo ministério. Para participar, a empresa deve comprovar, por exemplo, dificuldade econômico-financeira, demonstrar regularidade fiscal, previdenciária e conformidade com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A resolução trata também do Indicador Líquido de Empregos (ILE) que deve ser igual ou inferior a 1%.

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Novo radar orbital vai melhorar fiscalização do desmatamento na Amazônia

O trabalho de detecção do desmatamento na Amazônia vai ficar mais eficiente, em breve, com o uso de um radar orbital capaz de monitorar a região mesmo quando o tempo está encoberto por nuvens. O contrato de financiamento para a compra de imagens de radares acoplados a satélites foi firmado dia 20, no Ministério da Defesa, pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipan) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES).

A medida faz parte do projeto Amazônia SAR, do Gabinete Permanente de Gestão Integrada para Proteção do Meio Ambiente, ligado ao Ministério da Defesa. Com a nova tecnologia, a área vigiada será mais de três vezes maior, equivalente a 950 mil quilômetros quadrados (km²), e a frequência de coleta das informações será diária. Pelo sistema atual, 280 mil km² são monitorados a cada 15 dias.

O investimento no projeto será de R$ 80,5 milhões. Do total, R$ 63,9 milhões são recursos do Fundo Amazônia e R$ 16,6 milhões vão sair do Orçamento da União. O valor é para a contratação de um radar orbital de fornecedores internacionais. O edital está sendo finalizado pelo Cesipam e, segundo o ministro da Defesa, Jaques Wagner, deve entrar em operação “imediatamente”.

O ministro explicou que a tecnologia usada atualmente não é eficiente em condições climáticas adversas, pois os radares de imagem óptica não conseguem atravessar as nuvens, aumentando a ação de criminosos durante o período que vai de outubro a abril. Segundo ele, as novas imagens vão preencher uma lacuna no sistema atual, evitando o desmatamento, o narcotráfico e o garimpo ilegal e aumentando a velocidade de resposta, caso ocorram.

“No período nublado. intensifica-se a degradação na Amazônia. Com a aquisição de um novo tipo de sinal, teremos uma informação mais precisa e rápida, aumentando a eficácia no combate a qualquer tipo de desmatamento”, acrescentou.

 

última atualização em Ter, 21 de Julho de 2015 12:00 Leia mais...
 

Leite de vaca é o maior vilão das alergias alimentares

Alergia alimentar é uma reação adversa provocada pelo alimento em um indivíduo com suscetibilidade a essa condição. Sua real incidência e prevalência não são muito bem conhecidas em função das diferenças nos diagnósticos, mas ocorre com mais frequência na infância. De 3% a 5% das crianças são acometidas por um quadro de alergia alimentar, enquanto nos adultos varia entre 2% e 3%.

“Um dos fatores que pode ser responsável pelo surgimento de alergia alimentar no primeiro ano de vida relaciona-se a elevada velocidade de desenvolvimento da maturação no sistema imunológico do intestino”, avalia o Dr. Mauro Batista de Morais, pediatra e presidente do Departamento Científico de Gastroenterologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). Com o passar do tempo, o indivíduo que apresenta alergia a determinado alimento pode desenvolver tolerância e não apresentar mais reação.

Principais alimentos e sintomas

Os alimentos que com maior frequência determinam o desenvolvimento de alergia alimentar são: leite de vaca, clara de ovo, frutos do mar, nozes, castanhas e amendoins, soja, e todos que contenham proteínas com potencial de provocar reação envolvendo o sistema imunológico intestinal. A cada novo contato, a pessoa reage da mesma forma. “Em bebês até um ano, a alergia mais comum é à proteína do leite de vaca (APLV). Isso ocorre principalmente quando ele deixa de ingerir leite materno e passa a tomar o de vaca”, comenta Dr. Mauro.

Os sintomas são variados e se apresentam no sistema digestivo e na pele. As manifestações digestivas mais comuns são os vômitos, irritabilidade, choro contínuo, cólica, dificuldade de alimentação, refluxo, diarreia crônica, diarreia com sangue e constipação intestinal. “É difícil para o médico definir o que é sinal de alergia ou de outras causas. Por exemplo, cólica pode ter relação com alergia; entretanto, na maioria das vezes, não tem qualquer ligação. O mesmo pode acontecer na pele.”, afirma o pediatra.

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UFAM adere ao Projeto ATTO

No mês de junho de 2015, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) aderiu ao Projeto ATTO (Observatório de Torre Alta da Amazônia, na sigla em inglês). O projeto é fruto de uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Instituto Max Planck de Química, sediado na cidade de Mainz, na Alemanha. O ATTO, que foi criado no ano de 2008, também conta com a parceria de mais 12 universidades do Brasil, incluindo a UFAM, e mais de 10 universidades internacionais.

O custo atual do projeto é de R$ 20 milhões, financiados pelos governos brasileiro e alemão. No Brasil, o ATTO é financiado por uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a antiga Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), atual Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SEPLANCTI), além da Secretaria de Estado de Infraestrutura do Amazonas (Seinfra) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (SDS).

O projeto

Com 330 metros de altura, incluindo o sistema de para-raios, a Torre Alta está instalada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, localizada no município de São Sebastião do Uatumã, distante cerca de 150 quilômetros da cidade de Manaus. Também contornarão a Torre mais quatro torres, cada uma com 80 metros de altura, que irão formar uma rede de monitoramento de gases de efeito estufa, de variáveis climáticas e de fluxos de energia na Amazônia Brasileira.

Este conjunto de torres será instrumentalizado para medir a interação dos processos atmosféricos com a Floresta Amazônica, além de estimar com precisão o grau de participação da Amazônia na estabilidade climática, química e termodinâmica do planeta. O laboratório também estará equipado com uma rede de Internet que transmitirá informações em tempo real 24 horas por dia.

Em forma contínua, serão priorizadas as medidas sobre física e química da atmosfera, processos de transporte de massa e energia, e processos de formação e desenvolvimento de nuvens na Amazônia. Também serão estudadas as conexões dos processos de transporte de massa e energia dentro da floresta com os processos atmosféricos situados acima da copa. Em longo prazo pretende-se medir a participação da Amazônia nas mudanças climáticas e vice versa, criando novos elementos para melhor planejamento do uso e ocupação dos ecossistemas amazônicos.

 

última atualização em Ter, 21 de Julho de 2015 15:39 Leia mais...
 


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