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Ministério da Saúde tranquiliza população sobre entrada do ebola pelo Acre

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse hoje (11) que não vê o Acre como uma possível porta de entrada do vírus ebola no país. “De maneira geral, os africanos, principalmente os senegaleses, que chegam por esta via, demoram semanas até entrar ao Brasil. Eles chegam de 45 a 60 dias após a partida. É um período muito superior ao de incubação da doença, que é 21 dias”, explicou Chioro.

O ministro ressaltou que a febre hemorrágica causada pelo vírus ebola é uma enfermidade transmissível pelas secreções, fezes, vomito, suor, saliva, sêmen, e que as manifestações clínicas apresentadas são muito graves e perceptíveis.

“Ninguém, com ebola, aguentaria atravessar o circuito até a entrada pelo Acre e chegar sadio em nossa fronteira. Quanto o vírus passa a ser transmitido, geralmente 21 dias depois da contaminação, o doente apresenta sinais graves da doença, que pode ser detectada facilmente, explicou.

Depois que o Senegal registrou um caso de febre hemorrágica pelo ebola em um paciente procedente da Guiné, os profissionais que trabalham na fronteira do Acre com o Peru e com a Bolívia começaram a se preocupar com a crescente entrada de senegaleses no Brasil.

 

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Programa oferece 20 mil vagas para cursos de pesca e aquicultura

A região Norte ficará com 8079 vagas

Os cursos entre os objetivos minimizar a perda de qualidade do pescado e melhorar técnicas de manipulação. Foto: Divulgação

Brasília – Pescadores profissionais e aquicultores interessados em cursos de qualificação profissional em pesca e aquicultura terão uma oferta de 20 mil vagas previstas pelo programa do governo federal para acesso ao ensino técnico.

Aproximadamente metade das vagas serão ofertadas na região Nordeste. A região Norte ficará com 8079 vagas, o Sudeste com 5985, o Centro-Oeste com 1338 e a região Sul com 124 vagas.

Com carga horária de 160 a 360 horas, os cursos são o resultado de acordo de cooperação entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e o Ministério da Educação. Esta parceria permitiu a criação de uma modalidade específica do programa para os profissionais do setor pesqueiro e aquícola.

No primeiro semestre de 2014, 8.667 vagas foram ofertadas, das quais 4.467 no Nordeste e 2.687 na região Norte.

Os cursos entre os objetivos minimizar a perda de qualidade do pescado, melhorar técnicas de manipulação, agregar valor ao produto, fazer o aproveitamento dos subprodutos do pescado, melhorar os resultados na criação de peixes e ampliar noções em segurança da navegação.

Serão ofertados cursos de Aquicultor; Agente de desenvolvimento cooperativista; Artesão de biojoias; Condutor de Turismo de Pesca; Criador de Peixes em Tanque Rede; Criador de Peixes em Viveiros Escavados; Marisqueiro; Operador de Beneficiamento de Pescado; Operador e Mantenedor de Embarcações de Pesca Artesanal; Pescador; Pescador Profissional (POP Nível II); Piscicultor;Preparador de Pescado; e Redeiro de Pesca, entre outros.

As inscrições são gratuitas e realizadas nas Superintendências Federais da Pesca e Aquicultura de cada Estado.

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Ideb: apenas anos iniciais do ensino fundamental atingem meta do governo

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2013, divulgado hoje (5) pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que o ensino médio e os anos finais do ensino fundamental (6° ao 9° ano) não conseguiram atingir a meta prevista de qualidade do ensino. Nos anos iniciais do ensino fundamental (1° ao 5° ano), o Ideb superou a meta em 0,3 ponto.

Para os anos iniciais do ensino fundamental, o Ideb passou de 5, em 2011, para 5,2, em 2013, atingindo a meta estipulada de 4,9. Para os anos finais desta etapa de ensino, o Ideb passou de 4,1, em 2011, para 4,2, em 2013. Nesse caso, a meta era 4,4. No ensino médio, a meta estabelecida era 3,9 e o Ideb atingido foi 3,7. O ensino médio foi a única das etapas que não teve crescimento no Ideb, quando comparado com a nota anterior, de 2011, que também foi 3,7.

O ministro da Educação, Henrique Paim, disse considerar que, futuramente, o avanço dos anos iniciais poderá ter impacto positivo nas etapas seguintes de estudo. Ele disse que, além disso, é preciso analisar os elementos que devem ser trabalhados para melhorar os resultados dos anos finais do ensino.

Quanto ao ensino médio, o ministro lembrou que o governo vem discutindo medidas para aprimorar essa fase. “Precisamos trabalhar a questão do currículo, ampliar a flexibilidade do currículo. No ensino médio, temos uma situação em que a maioria dos educadores sabe que é necessário rever essa etapa. Eu diria que o esforço que fizemos em relação ao ensino médio é mais recente do que o que fizemos em relação aos anos iniciais”, ressaltou.

O Ideb avalia a qualidade do ensino do país com base em dados sobre aprovação e desempenho escolar obtidos por meio de avaliações do MEC. Desde a criação do indicador, foram estabelecidas metas que devem ser atingidas a cada dois anos por escolas, prefeituras e governos estaduais.

Fonte: EBC - Agencia Brasil

 

Jordão/Acre, Polo primordial para o Povo Kaxinawá do rio Jordão e Alto Tarauacá

A cidade de Jordão com aproximadamente 7.000 habitantes localiza-se na região sudoeste do estado do Acre e sua economia gira em torno dos serviços públicos, agropecuária, artesanato e extrativismo, tendo em vista que esta cidade está incrustrada em áreas de proteção ambiental e quase metade de sua área total são Terras Indígenas. O Rio Jordão e Alto Tarauacá são as únicas vias de acesso que ligam as aldeias das Terras Indígenas a Jordão.

Esta cidade de povo acolhedor e alegre é muito importante para o povo indígena kaxinawa, pois é nela que se encontram os principais setores do poder público responsáveis pela proteção do índio nesta área.

O Polo Base da Saúde Indígena de Jordão realiza visitas periódicas às aldeias das Terras Indígenas do Rio Jordão e Alto Tarauacá levando serviços básicos médicos e trabalhos de combate ao mosquito da malária quando há ocorrência da doença. Atualmente o principal problema de saúde que afeta os índios é a gripe, causada neste período do ano pelas baixas temperaturas.

última atualização em Qua, 03 de Setembro de 2014 16:23 Leia mais...
 

NOTA DA COIAB SOBRE SAÚDE INDÍGENA

 

A coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, COIAB, tendo tomado conhecimento da proposta do governo de criar o Instituto Nacional de Saúde Indígena, vem a público manifestar sua insatisfação diante desta iniciativa governamental que nada tem haver com todo esforço do movimento indígena dos últimos anos em discutir um sub sistema distrital de atenção a saúde indígena com autonomia administrativa e financeira. Para viabilizar este modelo, pensado para valorizar as formas próprias de medicina e o controle social exercido pelas comunidades indígenas e suas organizações e garantir uma atenção a saúde de qualidade, após muita luta, finalmente foi criada a Secretaria de Saúde Indígena, SESAI. Inexplicavelmente, em 04 anos de existência a SESAI não deu nenhum passo no sentido consolidar o subsistema de atenção a saúde indígena, desconsiderando por completo as reivindicações do movimento indígena de realização de um concurso público específico e da regulamentação das categorias profissionais indígenas como a do Agente Indígena de Saúde, AIS e do Agente Indígena de Saneamento, AISAN. Usando o caos que se instalou na saúde indígena o governo de forma autoritária, encobrindo sua falta de vontade política e incompetência administrativa, tenta impor a privatização da saúde indígena. Sua estratégia é de forma rápida conseguir a adesão dos conselheiros indígenas, antes que estes tenham acesso a informações amplas a respeito do que significa esta nova política. O fato desta proposta não ter sido ventilada em nenhum momento nas etapas da V Conferência Nacional de Saúde Indígena concluída em novembro do ano passado mostra que o governo tenta evitar de todas as formas que os povos indígenas manifestem a sua vontade de forma livre e informada como prevê a Convenção 169 da OIT.

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Jorge Teixeira receberá projeto inédito de coleta seletiva

O projeto será implantado até o fim deste ano

Manaus – A terceira etapa do Jorge Teixeira, na zona leste, receberá o projeto de coleta seletiva solidária até o fim deste ano, para contribuir com o meio ambiente e saúde pública, além de gerar renda para os trabalhadores que atuam com a coleta seletiva na área.

Os primeiros detalhes do projeto foram definidos em reunião realizada entre representantes do Programa de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Socioambiental de Manaus (Prourbis), da Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp), membros do Comitê de Representantes da Comunidade (CRC) e associações de catadores.

Segundo o subsecretário de Gestão da Semulsp, Eisenhouer Campos, o projeto, que está sendo desenvolvido pela primeira vez no Estado, será usado como modelo para outros bairros da cidade e até mesmo para outros municípios do Amazonas. 

“Quem irá trabalhar na nova estrutura criada pela prefeitura serão os catadores. Além disso, a preferência será dada aos membros da comunidade que já atuam e vivem na área. Assim nós iremos aproximar a população dos trabalhadores”, completou Eisenhouer.

Fonte: d24am.com

última atualização em Qui, 04 de Setembro de 2014 16:49
 

Amazonas é 2º exportador de sucatas do Brasil, atrás de São Paulo

Venda de sucatas de ferro, alumínio e cobre ao exterior, totalizou US$ 12,8 milhões no primeiro semestre

MANAUS - O Amazonas foi o segundo Estado que mais exportou resíduos metálicos no período de janeiro a junho deste ano, atrás somente de São Paulo. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a comercialização de sucatas de ferro, alumínio e cobre ao exterior, totalizou US$ 12,8 milhões no primeiro semestre deste ano, destinadas principalmente aos Estados Unidos, China e Índia. O volume negociado representou um aumento de 578% em relação ao primeiro semestre de 2013.

Segundo a assessoria de comunicação do Mdic, no primeiro semestre de 2014 o Amazonas exportou um volume expressivo de resíduos metálicos em comparação ao mesmo período de 2013, quando o registro das exportações alcançou o índice de pouco mais de US$1,9 milhão. Em 2013 o Estado exportou mais de US$8,4 milhões de resíduos, o que corresponde a menos de 0,1% do total das exportações amazonenses naquele período.

O relatório do ministério engloba os seguintes materiais, todos resíduos: ferro fundido; aço inoxidável; ligas de aço; aço estanhado; desperdício do torno, fresa, aparas, lascas, limalhas, entre outros; aço em lingotes; cobre; alumínio.

O Mdic informou que atua no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), grupo de trabalho que tem o objetivo de estabelecer incentivos financeiros, econômicos, tributários para a cadeia da reciclagem e que visa o desenvolvimento da cadeia de exportação no país. O ministério também coordenou um grupo técnico temático voltado ao estabelecimento de parâmetros para a implementação da logística reversa de eletroeletrônicos.

A empresa Empório de Metais é uma das exportadoras amazonenses que atua no tratamento dos materiais metálicos descartados, que envolve alumínio, cobre e metal. A diretora comercial da Empório, Erika Pimentel, afirma que a empresa exporta mensalmente cerca de 200 toneladas de metal para os Estados Unidos, China e Índia. O processo industrial consiste na separação do material por tipo de produto, limpeza, reciclagem, prensa, embalagem e ao final a exportação. “Ao chegar em cada destino os fabricantes refazem a matéria-prima conforme o seu produto final”, explica.

De acordo com a diretora, a indústria absorve resíduos descartados por associações e por empresas do Distrito Industrial. Atualmente a Empório conta com cerca de 100 clientes. Erika informa que o quilo do metal varia entre R$ 2,20 e R$ 2,40. “É um trabalho que gera emprego e renda à população, além de beneficiar o meio ambiente com a limpeza e meios sustentáveis”, comentou.

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